
Galeria de Arte CNAP
Galeria de Arte CNAP
A Galeria de Arte do Clube Nacional de Artes Plásticas (CNAP), existe desde 1999. e tem como principal objectivo a promoção, divulgação e ensino das Artes Plásticas.
Com esse objectivo realiza exposições em diversas áreas tais como pintura, escultura, desenho e serigrafia.
PAUL MATHIEU
"Percursos da Luz" Exposição Galeria do CNAP Inauguração dia 10 de Março às 20h30, estando patente até ao fim do mês. Será servido um porto de honra. das 20h30 ás 23horas.
CNAP
Revista de Arte
Conheça a nova edição da revista de arte CNAP.

Recomendar
CNAP
Login
- A. Franco
- A. Teixeira
- Abílio Marcos
- Abel Grade
- Adjuto
- Alfredo Coelho
- Alfredo Luz
- Alice Resende
- Ana Maria Malta
- António Neves
- Any Nobre
- Armando Anjos
- Arménio Reis
- Artur Bual
- Artur Ramos
- Augusto Barros
- Ayres Ferreira
- Álvaro Perdigão
- Álvaro Ruas
- Beatriz Gomes
- Bela Mestre
- Bravo da Mata
- C. Rocha Pinto
- Conceição Fernandes
- Cristina Ataíde
- Diana Barbudo
- Helena Justino
- Jesus Guido
- João Antas
- José Carlos Prudêncio
- Lazaro Lozano
- Lita Chicau
- Luís Vieira Baptista
- Maria Amado
- Maria Cidália Nunes
- Maria João
- Miguel Barbosa
- Oliveira Tavares
- Paul Mathieu
- Tereza Trigalhos
- Velhô
JESUS GUIDO
Nasceu em Lisboa em 1934. Estudou pintura na Escola António Arroio, mas foi sobretudo ao privar desde muito jovem com grandes mestres da pintura portuguesa do Sec. XX que Jesus Guido sentiu desabrochar a sua vocação para as Artes Plásticas, sobretudo ao pintar com os Mestres, ao ar livre como era usual naquele tempo. Conviveu muito perto e criou forte amizade com o Mestre Silva Lino, com quem pintou muitas vezes. Ainda hoje é possível notar alguma influência de Jesus Guido na pintura de Silva Lino. Possuidor de um talento raro e de enorme vontade de aprender, Jesus Guido emigrou e frequentou Escolas de Arte em vários países europeus. Aí teve, uma vez mais, oportunidade de conviver e de trabalhar com grandes artistas em Espanha, França, Holanda e Itália, com quem aperfeiçoou as técnicas de pintura óleo e aguarela. Destas suas experiências, Jesus Guido diz, também ter aprendido a olhar e a sonhar. Regressado a Portugal, continuou a dedicar a vida exclusivamente à sua Arte e, passo a passo foi escalando a montanha da incompreensão, da incultura e da inveja, existente no país. Com muito trabalho, diz Jesus Guido, e muita arte, dizemos nós, atingiu um lugar de destaque no panorama da pintura portuguesa. Hoje, é um artista de grande versatilidade, conceituado, a quem Portugal muito deve, mas continua insatisfeito como sempre, na procura do infinitamente belo, que acredita existir. Paisagista de tendências impressionistas, discreto e humilde por temperamento, ama as cores dos campos, rios, aldeias e praias de Portugal, como ama os ambientes festivos, feiras, romarias e os movimentos artísticos de bailarinas, corridas de cavalos ou castanhas a saltar no assador. Dá gosto tomar banho ou navegar nas águas transparentes e cristalinas dos seus quadros. Se pela qualidade das suas manchas, tonalidades da sua paleta e seu enorme desejo de pintar ao ar livre, Jesus Guido pode ser considerado um participante activo, vivo, do impressionismo, analisando as suas obras, o que mais impressiona é o seu gosto apaixonado quase exclusivo pela natureza de Portugal.















